No último trimestre de 2009, o CRB avançou em reais, causando preocupações de que poderia causar uma aceleração da inflação em reais. As preocupações aumentaram com a queda do real no início do ano de 2010 (caindo 7% no ano). Entretanto, no último movimento de realização, o CRB também caiu, voltando a patamares mais confortáveis quando se pensa em inflação.
Implicações
Alta da Selic pode não ser tão acentuada.
segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010
quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010
Mortgage Yields US
Em março terminam as compras de US$ 1,25 tri de emissões de hipotecas pelo Fed.
Implicações
- Maiores taxas em hipotecas poderão deprimir mercado imobiliário nos Estados Unidos.
- Fim da emissão de moedas pelo Fed pode restringir liquidez do mercado financeiro.
- Taxa de juros real menos negativa.
Outros dados
- Vendas de imóveis nos EUA já caíram em dezembro: 16% (surpreendendo o mercado)
- Fundos de Bonds estão "underweight" em mortgages frente a níveis históricos (talvez porque saibam que taxas vão subir)
- Fannie Mae e Freddie Mac já estão com cerca de US$ 100 bi de déficit (não me lembro a fonte).
- Yield dos Mortgages de 30Y frente a Treasuries hoje: 75 bps; Antes da crise: 100 bps.
- Há expectativas de que demanda por mortgages aumente quando taxas abrirem 20 a 30 bps
Conseqüências Possíveis
- Taxas de juros para empresas podem aumentar, se spread de mortgages estiver maior frente a treasuries.
- Recuperação econômica mais lenta nos EUA.
- Se curva abrir demais pode causar um aperto monetário na economia dos EUA, causando nova recessão.
- Se Fannie Mae e Freddie Mac estiverem sem condições de conceder novos empréstimos, conseqüências podem ser piores.
- Com mercado imobiliário pior, bancos podem incorrer em perdas maiores decorrentes da crise.
- Mutuários podem ter dificuldades de renegociar dívidas: maior número de foreclosures.
- Nova espiral decadente de preços de imóveis.
Ações Governamentais Possíveis
- Fed pode intervir, estendendo o programa de compra de ativos.
- Obama pode lançar novo pacote focando mercado residencial (mas governo já está com déficit alto)
Impactos Possíveis em Preços
- Queda de bolsas: especialmente bancos, real estate e consumo (incapacidade de consumidores se refinancearem).
- Valorização do EUR: se Europa continuar se recuperando lentamente.
- Valorização EUR e Ouro: se Fed estender programa de compra de ativos (em meio a um enfraquecimento da economia dos EUA).
- Valorização do USD em um primeiro momento, caso haja um movimento de "Fly to Quality".
Possíveis hedges
- Short Financiais/Real Estate: via put ou vs. S&P
- Long EUR: caso Fed decida continuar com Quant. Easing
Possíveis Oportunidades
- Compra de ações Real Estate após anúncio de pacote por Obama.
Implicações
- Maiores taxas em hipotecas poderão deprimir mercado imobiliário nos Estados Unidos.
- Fim da emissão de moedas pelo Fed pode restringir liquidez do mercado financeiro.
- Taxa de juros real menos negativa.
Outros dados
- Vendas de imóveis nos EUA já caíram em dezembro: 16% (surpreendendo o mercado)
- Fundos de Bonds estão "underweight" em mortgages frente a níveis históricos (talvez porque saibam que taxas vão subir)
- Fannie Mae e Freddie Mac já estão com cerca de US$ 100 bi de déficit (não me lembro a fonte).
- Yield dos Mortgages de 30Y frente a Treasuries hoje: 75 bps; Antes da crise: 100 bps.
- Há expectativas de que demanda por mortgages aumente quando taxas abrirem 20 a 30 bps
Conseqüências Possíveis
- Taxas de juros para empresas podem aumentar, se spread de mortgages estiver maior frente a treasuries.
- Recuperação econômica mais lenta nos EUA.
- Se curva abrir demais pode causar um aperto monetário na economia dos EUA, causando nova recessão.
- Se Fannie Mae e Freddie Mac estiverem sem condições de conceder novos empréstimos, conseqüências podem ser piores.
- Com mercado imobiliário pior, bancos podem incorrer em perdas maiores decorrentes da crise.
- Mutuários podem ter dificuldades de renegociar dívidas: maior número de foreclosures.
- Nova espiral decadente de preços de imóveis.
Ações Governamentais Possíveis
- Fed pode intervir, estendendo o programa de compra de ativos.
- Obama pode lançar novo pacote focando mercado residencial (mas governo já está com déficit alto)
Impactos Possíveis em Preços
- Queda de bolsas: especialmente bancos, real estate e consumo (incapacidade de consumidores se refinancearem).
- Valorização do EUR: se Europa continuar se recuperando lentamente.
- Valorização EUR e Ouro: se Fed estender programa de compra de ativos (em meio a um enfraquecimento da economia dos EUA).
- Valorização do USD em um primeiro momento, caso haja um movimento de "Fly to Quality".
Possíveis hedges
- Short Financiais/Real Estate: via put ou vs. S&P
- Long EUR: caso Fed decida continuar com Quant. Easing
Possíveis Oportunidades
- Compra de ações Real Estate após anúncio de pacote por Obama.
terça-feira, 2 de fevereiro de 2010
Queda do Euro
Queda do Euro de 1,60 para 1,40 é muito positiva para economia da UE, já que aumenta competitividade dos exportadores, que estavam com a corda no pescoço. Destaque para números mais fortes de PMI na Alemanha.
Impactos:
- Economia na zona do Euro no 1T10 pode crescer mais forte que esperado.
- Euro pode voltar a se valorizar.
Impactos:
- Economia na zona do Euro no 1T10 pode crescer mais forte que esperado.
- Euro pode voltar a se valorizar.
Compulsório
Reportagem no Globo: 30/jan/10
"Meirelles disse que o Banco Central está avaliando se elevar o nível do compulsório de bancos (o montante que estes têm de recolher ao BC) é pertinente. Isso reduziria a quantidade de liquidez disponível. O BC reduziu o nível do compulsório durante a crise, medida que deve expirar no fim de março. Pode-se manter o compulsório no patamar atual, levá-lo de volta ao nível pré-crise ou até elevá-lo, explicou Meirelles:
Não há nenhum compromisso com um caminho ou outro: voltar ao nível anterior, mantê-lo no patamar atual ou aumentá-lo um pouco. Não há nenhum compromisso, e nós analisaremos isso no devido tempo."
Impactos possíveis
- Adiar alta das taxas de juros.
- Pode haver puxada das taxas dos CDBs ao final de março.
Nota
- BCs de Índia e China subiram compulsório dos Bancos antes de subirem juros.
- Impacto só seria relevante se bancos privados estiverem emprestando: percepção é que BB e Caixa correram à frente deles.
"Meirelles disse que o Banco Central está avaliando se elevar o nível do compulsório de bancos (o montante que estes têm de recolher ao BC) é pertinente. Isso reduziria a quantidade de liquidez disponível. O BC reduziu o nível do compulsório durante a crise, medida que deve expirar no fim de março. Pode-se manter o compulsório no patamar atual, levá-lo de volta ao nível pré-crise ou até elevá-lo, explicou Meirelles:
Não há nenhum compromisso com um caminho ou outro: voltar ao nível anterior, mantê-lo no patamar atual ou aumentá-lo um pouco. Não há nenhum compromisso, e nós analisaremos isso no devido tempo."
Impactos possíveis
- Adiar alta das taxas de juros.
- Pode haver puxada das taxas dos CDBs ao final de março.
Nota
- BCs de Índia e China subiram compulsório dos Bancos antes de subirem juros.
- Impacto só seria relevante se bancos privados estiverem emprestando: percepção é que BB e Caixa correram à frente deles.
Assinar:
Postagens (Atom)

